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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O ovo ou a galinha?

Fala pessoal,

Ontem o Fernando Meligeni escreveu o seguinte post: http://espn.uol.com.br/post/478895_respeito-ao-tenis-brasileiro.

Basicamente, a discussão girou em torno da reclamação de alguns telespectadores da ESPN pelo fato de o canal ter decidido passar a partida do Marcelo Melo e não a da Serena.

E aí, o que dá pra dizer disso?

O Fininho se apoia muito no argumento de que temos que apoiar o tênis quando temos a oportunidade, afinal, somos quase que por imposição o país do futebol. Não discordo disso.

O que eu fico me perguntando é: será que realmente esse "apoio" da ESPN (ao televisionar o jogo) tem algum efeito sobre o crescimento ou fortalecimento DO TÊNIS no Brasil?

Claro, pro Melo é ótimo. Para os patrocinadores dele também. Para a ESPN talvez também seja, porque a audiência TALVEZ seja melhor do que a do jogo da Serena (mesmo que este não seja o motivo da tomada de decisão).

Mas... e para o tênis mesmo? Será que passar o jogo do Melo ajuda de alguma forma a trazer mais praticantes para a modalidade? Será que as pessoas impactadas pelo jogo não são só as pessoas que JÁ GOSTAM do tênis?

Vejam, estou analisando apenas e tão somente o fato de televisionar o jogo.

Acho que tenho uma visão um pouco diferente do Meligeni, e aqui vão alguns breves motivos.

Primeiro, não vejo um impacto imediato sobre o tênis brasileiro com a transmissão dos jogos do Marcelo Melo (ou de qualquer outro brasileiro, vale dizer). Isso porque a massa (volume, mercado consumidor, etc) de pessoas que assistem tênis na TV, via de regra, já é feita de pessoas que curtem bastante o esporte, ou seja, não estão tomando gosto pelo negócio porque está passando na TV.

Segundo, acho que o impacto da transmissão é muito bom para os atletas de ponta do Brasil, mas talvez seja só.

Explico: o Marcelo Melo, quando for negociar um contrato de patrocínio vai poder falar "adidas/nike/head/centauro, meus jogos são televisionados, a marca de vocês vai chegar pra mais gente, etc". Excelente pra ele, e excelente pros nossos atletas de ponta. Nada errado com isso. Mas isso não melhora o tênis, do mesmo jeito que o futebol brasileiro não está melhorando POR CAUSA dos salários de um milhão de reais que estão distribuindo por aí.

O que significa o "esporte crescer e se fortalecer"? Sério.

Significa o top5 do Brasil ganhar mais dinheiro? Significa os materiais esportivos de tênis venderem mais no Brasil? Significa os jogos de tênis darem mais audiência?

Pra mim "crescer e se fortalecer" talvez tenha outro significado.

Eu vejo crescimento e fortalecimento com outras característica: mais gente praticando o esporte, mais gente vivendo do esporte, mais qualidade nos jogos jogados no território nacional, mais eventos realizados, mais simbiose entre esporte e educação...e por acaso alguém vê relação direta entre essas coisas e o jogo do Marcelo Melo passando na televisão?

Pra não parecer apenas contestador, eu digo que vejo benefícios para o Tênis com a transmissão sim, mas de maneira diferente do Meligeni (acho). E por quê? Porque pra mim os benefícios existem, mas são somente indiretos para o esporte. E muuuito indiretos.

Como? Dou alguns exemplos.

O jogo passa na televisão. O Melo ganha mais dinheiro. Garoto que quer profissionalizar gosta que dá pra ganhar mais dinheiro com o esporte no Brasil. Garoto se esforça mais. Vários garotos se esforçam mais. O esporte cresceu.

Ou

Garoto vê o jogo na televisão. Garoto pede para os pais para jogar pela primeira vez, ou corre atrás. Garoto joga tênis pela primeira vez. O esporte cresceu.

Olha como o benefício é indireto. Não consigo fazer uma relação direta entre o jogo passar na televisão é o "esporte crescer e se fortalecer".

Longe de achar que estou certo, esta é só uma humilde e bem contestável opinião.

Fico por aqui.

Abraços!




terça-feira, 17 de julho de 2012

A maré do Bellucci

Fala pessoal,

Quem tá acompanhando o tênis nas duas últimas semanas sabe que o Bellucci, além de ter ganhado bastantes jogos, está jogando um tênis bacana de ver.

Fico aqui me perguntando o que aconteceu para que ele melhorasse substancialmente.

Digo "substancialmente" porque, pessoalmente, acho que o Bellucci realmente evoluiu nessas últimas semanas, não foi apenas um golpe de sorte ele ter ganhado. Acho mesmo que ele mudou algumas coisas em seu jogo que fizeram ele aumentar seu aproveitamento de pontos dentro da partida.

Entre as mudanças que eu notei (e eu não sei se isso foi intencional da parte dele... nem estou dizendo aqui que isso é uma verdade, é só uma impressão que eu tive), acho que a que mais se destaca é que ele começou a colocar mais a bola na quadra em mais pontos.

O brasileiro tem um forehand pesadíssimo, e usa muito bem este golpe. No entanto, na minha visão, ele arriscava muito ao longo do jogo, tanto com seu bom forehand quanto com seu backhand, o que tinha um impacto significativo no percentual de pontos que ele ganhava.

Basicamente, acho que ele determinava seus jogos. Ou ele ganhava os pontos, ou ele perdia os pontos. Assim, ele não deixava muitas chances para o adversário tomar a frente do ponto, e, de repente, cometer alguns erros não forçados. Enfim, ou o Bellucci ganhava, ou o Bellucci perdia... dificilmente o resultado da partida podia ser atribuído ao desempenho do outro jogador.

(Essa análise que fiz serve mais para os jogadores de ranking parecido ao dele... no caso do Nadal não foi bem assim. De qualquer jeito, via assim os jogos dele).

Nas últimas semanas, no entanto, vi o Bellucci trocar um pouco mais de bolas do fundo da quadra, esperando um pouco mais para definir os pontos, especialmente em bolas no seu backhand. Muitas vezes ele arriscava esse golpe de forma desnecessária. Claro, muitas vezes ele acertava belíssimas bolas na paralela, mas muitas vezes também ele errava um backhand no meio de uma troca de bolas "tranquila".

Especialmente no jogo contra o Tipsarevic, que o brasileiro perdeu, achei que ele ponderou muito bom os momentos de trocar um pouco mais e de arriscar mais alguns golpes. Seu backhand ainda falhou muito (para um jogo neste nível), inclusive em bolas fáceis, como devoluções de segundo serviço.

Aparentemente, o brasileiro tem esperado para arriscar, e, quando o faz, faz com seu potente forehand, que tem um índice de acerto bem maior do que seu backhand.

Mesmo diante dos problemas, acho que houve sim uma mudança estrutural no jogo do Bellucci, e torço para que isso transpareça neste segundo semestre.

Abraços!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mais um se aposenta na ATP

Fala pessoal,

Pouco depois da aposentadoria do Fernando Gonzalez, agora foi a vez do Ivan Ljubicic se aposentar.

Para mim, o chileno foi bem mais marcante do que a do croata, porque, no final das contas, a direita do Gonzalez vai ficar marcada para sempre como a melhor de todos os tempos.

Ljubicic, na minha opinião, simboliza um suspiro (final?) de uma série de jogadores que contaram muito com o seu saque para se firmar entre os melhores.

Há uns quinze anos, era muito fácil encontrar inúmeros jogadores com o perfil Saque/Voleio. Hoje, quem acompanha o tênis há de concordar que o saque não é mais o ganhador de jogos que costumava ser, para nenhum jogador. Vale dizer, ainda acho o fundamento mais importante do jogo, mas sua essencialidade tem diminuido com o tempo.

Basta lembrar do número de jogadores que fiava em seu saque como elemento estrutural de seu jogo: Krajicek, Rusedski, Ivanisevic, Philippoussis, e até os mais técnicos, como Henman, Sampras e Rafter (isso para não falar dos astros de gerações mais antigas, de quem não tenho base suficiente para falar). Eram raríssimos os exemplos dos caras "habilidosos" que os encaravam de frente na quadra rápida. Lembro de Grosjean, Arazi, Rios e, claro, Agassi.

Para matar a saudade:

http://www.youtube.com/watch?v=36wpnYByAMA

http://www.youtube.com/watch?v=2vSnP3ys6Ck

Alguns fatores contribuiram para que esse perfil de jogador rareie atualmente. As quadras sistematicamente ficaram mais lentas, e, principalmente, as bolas utilizadas no jogo mudaram.

Lembro como se fosse ontem que ficava besta de ver o Ivanisevic ganhando os jogos em Wimbledon sem usar nem mesmo o voleio. Ele errava umas bolas na mão a dois passos da rede, fazia dupla falta, e logo depois arrebentava no saque. Basta ver o último game do seu título em 2001 pra comprovar: http://www.youtube.com/watch?v=_hECNfj5G_s

Lembro também de um campeonato de exibição que o Krajicek veio fazer no ginásio do Ibirapuera e abusou demais do poder do serviço. Em um lance bem engraçado ele quase vasectomizou um adversário com uma bola que rebateu na parede do fundo da quadra.

Outro ponto dessas aposentadorias (Ljubicic e Gonzales) que me chama atenção tem um cunho mais "sentimental".

Parece que uma geração muito interessante de jogadores está "chegando ao fim".

Em breve, vários jogadores bem marcantes dessa geração vão nos abandonar. Hewitt, Ferrero e Haas são alguns exemplos dos trintões que em breve sairão de cena. Ficarão na memória dos fãs.

Abraços!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Meligeni

Fala pessoal,

Acabei de cruzar com o ídolo Fernando Meligeni levando o filho para passear no Parque do Ibirapuera.

Esse fato da vida me incentivou a escrever sobre esse memorável ex-jogador.

Fininho é um dos maiores jogadores de tênis da história do Brasil, e, sem dúvida nenhuma, é o mais carismático ao lado do Guga.

Meligeni chegou a ocupar o nº 25 do ranking da ATP e durante muitos anos figurou entre os top 100 (a primeira vez que "furou" o top 100 foi em 1993!).

Em 1999, Fininho fez uma lendária campanha em Roland Garros. Ele derrotou, por exemplo, o Felix Mantilla, uma cara osso duríssimo, que jogava muito no saibro, e o Patrick Rafter, que se não era saibrista tinha "experi" de sobra (chegou a ser nº 1 do mundo). Depois ainda bateu o Alex Corretja, outro especialista no piso, que chegou a ser nº 2 do mundo!

Fino perdeu na semi para o Medvedev, mas encantou todo mundo naquelas duas semanas em Paris.

Bom, vamos aos motivos que fazem do cara um atleta admirável.

Antes de tudo, a raça e dedicação que o cara sempre mostrou dentro da quadra. Várias foram as vezes que vimos o louco pulando pra alcançar umas bolas impossíveis, sem contar que ele vendia muito duro qualquer ponto. Tinha que ganhar do cara mesmo, senão ele te engolia.

Depois, uma coisa que ninguém fala: a regularidade do cara durante a carreira. Fininho pode não ter ganhado inúmeros torneios (Praga, Pinehurst - http://www.youtube.com/watch?v=IotaD7vkk4E, vitória na final sobre Wilander -, e Bastad), mas sempre tava ali brigando nas principais competições, e terminando entre os tops vários anos seguidos.

Por fim, e muito marcante, o cara é o símbolo do Brasil na Davis, na minha opinião. Muitas vezes encarava os "favoritos", chegava no jogo e surpreendia. Tudo porque deixava tudo dentro da quadra, e parecia que sabia o que estavam esperando dele quando representava o país.

Pra mim, o Fininho traz muitas boas lembranças, pois acompanhava muito de perto o seu desempenho. Tava na minha adolescência, disputando torneios de federação, e olhava com muita admiração para o cara.

Lembro, como quase todo mundo que gosta de tênis, do jogo entre ele e o Marcelo Rios, um dos jogadores mais talentosos de todos os tempos, na minha opinião - http://www.youtube.com/watch?v=V6nCuicB59w.

Enfim, a época auge do Fininho coincidiu com os bons momentos da carreira do Guga também, então pra quem gosta de tênis foi uma época de ouro no país.

Terminada a carreira dentro das quadras, Fininho se aventurou do lado de fora, chegando a comandar o time brasileiro na Copa Davis.

Tenho uma lembrança bem curiosa a respeito desse fato. Um dia fui assistir ao Aberto de São Paulo no Parque Villa Lobos, e em um horário fora de jogo, por acaso, eu estava na arquibancada da quadra central vendo algum jogador treinar (acho que era o Saretta, mas não tenho certeza). As arquibancadas já estavam vazias quando o Fininho apareceu na quadra, de bermudão, e resolveu bater uma bola com o tal jogador.

Pouco tempo depois pedi pra bater uma bola com ele, afinal o cara era meu ídolo, vai saber né. Ele pediu desculpas e falou que tinha uma reunião.

Claro que na hora fiquei triste, mas depois fui entender. A notícia de que ele comandaria o time brasileiro saiu no dia seguinte, ou alguns dias depois daquilo.

Se um dia ele vier a ler isso eu já peço desculpas se o incomodei cumprimentando-o no parque do Ibirapuera hoje enquanto estava com seu filho.

Mas ele tem que entender. Quem é tenista brasileiro é órfão do Fernando Meligeni!

Abraço

terça-feira, 3 de abril de 2012

Brasil na Davis

Fala Pessoal,

O Brasil enfrenta a Colômbia neste final de semana pela Copa Davis.

Sobre o confronto, indico a vocês o melhor blog que conheço sobre tênis, o Saque e Voleio (http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio).

Acredito muito na vitória do Brasil, afinal, na minha visão tem tanto o melhor tenista entre os dois times (o que, em tese, garante 2 pontos), quanto a melhor dupla.

Claro que se existe um torneio de tênis em que uma zebra pode acontecer, esse torneio é a Davis. Nessa Copa do Mundo dos países o esporte se tranforma. Para quem já teve a oportunidade de ver uma partida in loco, não preciso nem explicar. Pra quem nunca viu, pode ter certeza que a coisa ali é brava.

Primeiro que a torcida se comporta de maneira totalmente diferente. São muito comuns os gritos em momentos "inadequados", e a comemoração é absurda a cada ponto em muitos casos. A emoção às vezes fica tão à flor da pele que episódios tristes podem acontecer, como esse aqui http://www.youtube.com/watch?v=rsoXrNyFArE .

Mas, para mim, o que fica muito diferente nas partidas de Copa Davis são os jogadores.

Imagina só você que já jogou alguma partida num torneio interclubes, o que deve ser representar o país no "campo" adversário, com alguns milhares gritando o tempo inteiro na sua orelha. Deve ser uma soma pesada de fatores: cobrança pelo resultado, pressão quando você é o melhor ranqueado do confronto, pressão da torcida...

Lembro bem quando o Brasil estava numa época "melhor" no tênis, com Guga, Meligeni, Oncins e outros. Os confrontos eram históricos. Contra a Suécia de Muster e a Austrália de Hewitt são os que eu mais me lembro.

Pode ser só minha impressão, mas o Jaime Oncins muitas vezes travava bonito na hora de sacar. Do olhar de um Amador que já passou por isso algumas vezes, ficava parecendo muito que aquilo era a pressão do momento. O mais legal é que sempre que isso acontecia, o parceiro dele, geralmente o Guga, "puxava-o" incansavelmente o resto do jogo, mostrando o que o esporte realmente é. Esse é o tipo de coisa que faz a Davis ser o que é.

Abraço!

Mercado Esportivo

Fala galera,

Tava lembrando de um caso aqui.

Uma vez a cidade de São Paulo resolveu abrigar um torneio de tênis master, com jogadores veteranos, que em sua época eram tops.

O que aconteceu com a média de público no evento?

Baixíssima!

Lembro que o Fernando Meligeni, na época, escreveu um post em seu blog afirmando estar decepcionado com os amantes do tênis, afinal, reclamamos tanto da falta de torneios por aqui, e quando os caras vem ninguém comparece.

Eu tenho uma visão um pouco diferente.

Primeiro, ninguém perguntou se eu, amante do tênis, queria ver um torneio de ex-tenistas. O que eu quero dizer é que isso é uma decisão de mercado... não dá pra fazer um torneio sem saber se vai ter público! Não adianta contar com a boa vontade da galera.

Não adianta o esporte ser largado por anos a fio, e, de repente, trazer um torneio e esperar que alguém compareça. Poxa, de repente ninguém curte tênis, e aí?

Radicalizando, é a mesma coisa que nas Olímpiadas do Rio algum brasileiro reclamar que ninguém foi prestigiar a equipe de tiro... poxa, ninguém sabe as regras do tiro, ninguém nem teve chance de saber se gosta de tiro, e mesmo que tivesse a chance, é possível que a pessoa odiasse tiro!

O que quero dizer é que tudo é muito bagunçado quando se fala em desenvolvimento esportivo no país, e uma das explicações é que parece que querem comandar o esporte com o coração e não com a cabeça.

No caso no torneio de tênis acima, ninguém parou pra pensar que talvez não existisse um mercado consumidor pro que eles tavam oferecendo?

Esse caso aí foi só pra ilustrar, porque existem tanto outros que mostram que a administração esportiva no Brasil deixa a desejar.

abraços

Esporte nos EUA 1

E aí, pessoal!

Ontem aconteceu a partida final do campeonato de basquete universitário nos Estados Unidos. Quem venceu foi o time de Kentucky, mas queria falar de outra coisa aqui que não é a partida.

É difícil achar uma coisa no esporte universitário americano que não chame a atenção. A média de público nos ginásios é absurda (na final, salvo engano, eram 55 mil), o nível atlético é impressionante (os jogadores estão a um passo dos profissionais) e a organização é de outro mundo.

Bate um pouco de tristeza de olhar para o espetáculo que os caras conseguem oferecer por lá e comparar com o que a gente tem por aqui.

Nos Estados Unidos, o esporte é valorizado de uma forma totalmente do que em qualquer outro lugar do mundo (talvez nem tanto na China, mas por lá eles não tem muita opção, infelizmente). O aprendizado sobre os valores do esporte e a importância dele na construção do caráter de uma pessoa começam logo cedo, e perduram por toda a vida da pessoa.

Vale dizer que as maiores e mais reconhecidas faculdades do mundo (grupo conhecido como Ivy League) apesar de não terem as melhores equipes, valorizam demais o currículo esportivo dos candidatos às suas vagas. Basta lembrar que tanto o fenômeno Jeremy Lin dos Knicks, quanto James Blake, que foi top 10 da ATP, saíram de Harvard (!).

A criação e fomento dessa cultura esportiva, no sentido mais fiel da palavra, permite que o nível atlético dentro das quadras e campos seja cada vez maior pelas bandas de lá. Claro! Quanto mais gente jogando, mais gente competente, mais competição entre os atletas e melhor o cara vai ter que ser pra aparecer.

Fora isso, com milhões de pessoas atentas ao esporte, mais dinheiro entra para financiar todo tipo de prática esportiva, mais dinheiro entra no bolso de atletas, técnicos e times, seja por meio de patrocinadores, venda de produtos, etc - incluído aí o mercado universitário.

Voltaremos a isso em outros posts!

Abraços!