Olha a coincidência!
Ontem falei sobre os duelos históricos na Davis.
Hoje o Globo.com exibe um vídeo mostrando uma reportagem feita nas partidas entre Brasil e Espanha, em 1998.
Pelo Brasil jogaram os dois jogadores mais populares da história do país, Guga e Meligeni. Pela Espanha, dois caras feras, o Corretja e o Moyá, que chegou a ser número 1 do mundo.
Muito bom lembrar dessa época.
http://globoesporte.globo.com/bau-do-esporte/videos/v/bau/1861051
Abraço!
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Brasil na Davis
Fala Pessoal,
O Brasil enfrenta a Colômbia neste final de semana pela Copa Davis.
Sobre o confronto, indico a vocês o melhor blog que conheço sobre tênis, o Saque e Voleio (http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio).
Acredito muito na vitória do Brasil, afinal, na minha visão tem tanto o melhor tenista entre os dois times (o que, em tese, garante 2 pontos), quanto a melhor dupla.
Claro que se existe um torneio de tênis em que uma zebra pode acontecer, esse torneio é a Davis. Nessa Copa do Mundo dos países o esporte se tranforma. Para quem já teve a oportunidade de ver uma partida in loco, não preciso nem explicar. Pra quem nunca viu, pode ter certeza que a coisa ali é brava.
Primeiro que a torcida se comporta de maneira totalmente diferente. São muito comuns os gritos em momentos "inadequados", e a comemoração é absurda a cada ponto em muitos casos. A emoção às vezes fica tão à flor da pele que episódios tristes podem acontecer, como esse aqui http://www.youtube.com/watch?v=rsoXrNyFArE .
Mas, para mim, o que fica muito diferente nas partidas de Copa Davis são os jogadores.
Imagina só você que já jogou alguma partida num torneio interclubes, o que deve ser representar o país no "campo" adversário, com alguns milhares gritando o tempo inteiro na sua orelha. Deve ser uma soma pesada de fatores: cobrança pelo resultado, pressão quando você é o melhor ranqueado do confronto, pressão da torcida...
Lembro bem quando o Brasil estava numa época "melhor" no tênis, com Guga, Meligeni, Oncins e outros. Os confrontos eram históricos. Contra a Suécia de Muster e a Austrália de Hewitt são os que eu mais me lembro.
Pode ser só minha impressão, mas o Jaime Oncins muitas vezes travava bonito na hora de sacar. Do olhar de um Amador que já passou por isso algumas vezes, ficava parecendo muito que aquilo era a pressão do momento. O mais legal é que sempre que isso acontecia, o parceiro dele, geralmente o Guga, "puxava-o" incansavelmente o resto do jogo, mostrando o que o esporte realmente é. Esse é o tipo de coisa que faz a Davis ser o que é.
Abraço!
O Brasil enfrenta a Colômbia neste final de semana pela Copa Davis.
Sobre o confronto, indico a vocês o melhor blog que conheço sobre tênis, o Saque e Voleio (http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio).
Acredito muito na vitória do Brasil, afinal, na minha visão tem tanto o melhor tenista entre os dois times (o que, em tese, garante 2 pontos), quanto a melhor dupla.
Claro que se existe um torneio de tênis em que uma zebra pode acontecer, esse torneio é a Davis. Nessa Copa do Mundo dos países o esporte se tranforma. Para quem já teve a oportunidade de ver uma partida in loco, não preciso nem explicar. Pra quem nunca viu, pode ter certeza que a coisa ali é brava.
Primeiro que a torcida se comporta de maneira totalmente diferente. São muito comuns os gritos em momentos "inadequados", e a comemoração é absurda a cada ponto em muitos casos. A emoção às vezes fica tão à flor da pele que episódios tristes podem acontecer, como esse aqui http://www.youtube.com/watch?v=rsoXrNyFArE .
Mas, para mim, o que fica muito diferente nas partidas de Copa Davis são os jogadores.
Imagina só você que já jogou alguma partida num torneio interclubes, o que deve ser representar o país no "campo" adversário, com alguns milhares gritando o tempo inteiro na sua orelha. Deve ser uma soma pesada de fatores: cobrança pelo resultado, pressão quando você é o melhor ranqueado do confronto, pressão da torcida...
Lembro bem quando o Brasil estava numa época "melhor" no tênis, com Guga, Meligeni, Oncins e outros. Os confrontos eram históricos. Contra a Suécia de Muster e a Austrália de Hewitt são os que eu mais me lembro.
Pode ser só minha impressão, mas o Jaime Oncins muitas vezes travava bonito na hora de sacar. Do olhar de um Amador que já passou por isso algumas vezes, ficava parecendo muito que aquilo era a pressão do momento. O mais legal é que sempre que isso acontecia, o parceiro dele, geralmente o Guga, "puxava-o" incansavelmente o resto do jogo, mostrando o que o esporte realmente é. Esse é o tipo de coisa que faz a Davis ser o que é.
Abraço!
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