Fala pessoal,
Faz um tempo que não escrevo por aqui, então peço desculpas.
Seguinte, já podemos perceber que o Campeonato Brasileiro deste ano estará rechado de craques, apesar de algumas saídas de peso (Vagner Love, por exemplo).
O que eu fico pensando aqui é no real valor que as grandes contratações trazem aos clubes.
Eu acho que o maior ganho, na verdade, é uma expectativa apenas: o valor da venda futura (como é o caso do Ganso no São Paulo, na minha opinião).
Está generalizada a crença de que o "marketing" envolvido na contratação dos jogadores caros compensa. Não sei se é bem assim viu.
Temos o "case" do Ronaldo. Esse foi fenômeno, claro. Não tem discussão.
Porém acho que o retorno que ele trouxe em marketing está muito mais ligado a um aspecto que vai além das suas qualidades técnicas, que é o que realmente move o torcedor: a emoção envolvida no esporte.
Na minha opinião, não há muito valor de marketing em trazer nomes como Pato, Vargas ou Montillo. E explico.
Ronaldo, Robinho e Luis Fabianos, por exemplo, trazem ao torcedor algo que não é medido em gols, assistênciasou potencial dentro de campo. Eles estão diretamente conectados ao sentimento do torcedor, e sua relação com as sensações que o futebol já lhe proporcionou. Veja, Ronaldo foi o grande ídolo da seleção por mais de uma década. Robinho é o símbolo do ressurgimento do Santos e o seu futebol alegre. Luis Fabiano foi o jogador "top" numa época não muito vitoriosa do São Paulo.
Enxergo nesses jogadores um potencial bem grande para atrair torcedores, justamente porque "falam" ao torcedor de uma maneira única, praticamente inexplicável por argumentos matématicos (apesar de ser mensuráveis em termos mercadológicos).
Agora, pensando nos outros casos, como Pato, Vargas e Montillo, vejo um potencial muito maior dos caras pra trazer pontos, vitórias e títulos do que receitas de marketing. Não estou ignorando que títulos trazem mais visibilidade ao clube, mas acho que deu pra entender que o argumento "compensa no marketing" não seria aplicável, mas sim o argumento "compensa no campo, e quem sabe, com isso, compensará com a visibilidade".
Não?
Abraços!
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sábado, 7 de abril de 2012
Atletas empresários
Fala pessoal,
Atualmente vemos alguns jogadores virando empresários após encerrarem a carreira.
Eu, pessoalmente, sempre me perguntei o que exatamente um ex-atleta pode fazer dentro de uma empresa.
Deve ser muito engraçado entrar na firma e ver o Ronaldo ligando o computador e fazendo uma planilha de Excel com receitas e despesas.
Deixando a brincadeira de lado, eu sei que o Ronaldo não vai na 9ine fazer planilha.
A questão é que a gente sempre ouve as notícias de que vários atletas são empresário. Ronaldo, Oncins, Vissotto, Luiz Mattar, Rivellino, etc.
O que ninguém sabe, inclusive eu, que sou bem antenado nessas notícias, é o que esses caras de fato fazem dentro da estrutura organizacional da empresa (a única exceção para mim é o Luiz Mattar). E eu gostaria muito de saber.
É uma curiosidade mesmo.
Em princípio, eu acho que a empresa de um ex-atleta só vai para frente se ele se dedicar exclusivamente em explorar a imagem que construiu ou então focar-se no que sabe fazer bem (o seu esporte).
Aparentemente, é o que fizeram, respectivamente, Ronaldo e Jaime Oncins. Um usa sua imagem, o outro manda dentro das quadras nas suas academias.
Mas será que é isso mesmo? Ou será que eles tomam decisões estratégicas, como, por exemplo, onde investir, o que fazer com o lucro auferido em um ano, etc?
Abraço!
Atualmente vemos alguns jogadores virando empresários após encerrarem a carreira.
Eu, pessoalmente, sempre me perguntei o que exatamente um ex-atleta pode fazer dentro de uma empresa.
Deve ser muito engraçado entrar na firma e ver o Ronaldo ligando o computador e fazendo uma planilha de Excel com receitas e despesas.
Deixando a brincadeira de lado, eu sei que o Ronaldo não vai na 9ine fazer planilha.
A questão é que a gente sempre ouve as notícias de que vários atletas são empresário. Ronaldo, Oncins, Vissotto, Luiz Mattar, Rivellino, etc.
O que ninguém sabe, inclusive eu, que sou bem antenado nessas notícias, é o que esses caras de fato fazem dentro da estrutura organizacional da empresa (a única exceção para mim é o Luiz Mattar). E eu gostaria muito de saber.
É uma curiosidade mesmo.
Em princípio, eu acho que a empresa de um ex-atleta só vai para frente se ele se dedicar exclusivamente em explorar a imagem que construiu ou então focar-se no que sabe fazer bem (o seu esporte).
Aparentemente, é o que fizeram, respectivamente, Ronaldo e Jaime Oncins. Um usa sua imagem, o outro manda dentro das quadras nas suas academias.
Mas será que é isso mesmo? Ou será que eles tomam decisões estratégicas, como, por exemplo, onde investir, o que fazer com o lucro auferido em um ano, etc?
Abraço!
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