Fala pessoal,
Com a queda do Palmeiras para a Série B muito vem se falando da montagem do time para o ano que vem.
A maioria das opiniões que eu tenho lido na mídia é a de que o Palmeiras tem que "tomar cuidado", pois tem que balancear o elenco com jogadores "para Libertadores" e "jogadores para a Série B".
Nunca entendi esse papo.
Os comentaristas sempre surgem com o argumento de que jogar Série B é diferente. E que jogar Libertadores é diferente também. E que jogar Campeonato Paulista é diferente também, e Copa do Brasil e Brasileirão...
Minha opinião não é essa. Um time de futebol precisa de jogador bom, ponto final. Não existe essa história de "jogador de Série B". Acho que se o cara é bom pra jogar Libertadores, obviamente ele vai ser bom pra jogar Série B... qual seria a lógica de dizer o contrário? É a mesma coisa que dizer: "olha, o cara é bom pra ser jogador da Seleção Brasileira, mas ele não pode ser titular do Ituano" (com todo respeito ao time de Itu).
Colocando um extremo, só pra exemplificar. Imagina que o Palmeiras tivesse muita grana. Aí resolvesse trazer Montillo, Fred, Dedé, Paulinho, etc. Vc iria dizer o quê? Que esses caras não servem pra jogar Série B?
Gostaria muito de entender a lógica, mas é bem difícil.
Pra não dizer impossível.
Abraços
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
A culpa da Diretoria na queda do Palmeiras
Fala pessoal,
A queda do Palmeiras está sendo creditada por muitos na conta da Diretoria do clube.
Eu tenho uma opinião um pouco diferente.
Todo mundo criticando o Presidente por ser omisso, por estar na praia no dia seguinte ao rebaixamento, etc.
Mas eu fico pensando aqui: afinal, qual é o papel dos diretores e de um presidente de clube de futebol, e quais as responsabilidades deles?
A principal responsabilidade dos cartolas, na minha opinião, é pagar os salários em dia para os jogadores e para a comissão técnica. E nisso, até onde sei, o Palmeiras não pecou.
Aí vem um pessoal dizendo que o presidente foi omisso, que faltou pulso firme. Ora, é curioso que esse mesmo pessoal critique quando o presidente escala o time, ou quando dá ordens ao treinador, como costuma acontecer no São Paulo com o Juvenal Juvência, por exemplo.
Uai, o presidente tem que interferir ou não?
A minha opinião é clara. O presidente não tem que interferir! Quem tem que mandar dentro de campo é quem o clube contratou pra mandar dentro de campo: o técnico e a comissão técnica. Se fosse o contrário, qual seria o papel do treinador e de seus auxiliares.
Acho que falta um "organograma" para os clubes de futebol. Isso evitaria atribuirem culpas a torto e a direito sob os interessor do emissor da mensagem. Com as funções bem definidas previamente, ninguém poderia falar "o presidente foi omisso" se o organograma dissesse que a ele não cabe dar ordens ao "intra campo".
O que eu acho que pode ser atribuído ao presidente são as más contratações e a falta de uma estratégia sólida de geração de receitas para o clube, pois isso sim está dentro de suas atribuições.
O resto, sinto muito, tenho muita dificuldade em atribuir à cartolagem.
Abraços!
A queda do Palmeiras está sendo creditada por muitos na conta da Diretoria do clube.
Eu tenho uma opinião um pouco diferente.
Todo mundo criticando o Presidente por ser omisso, por estar na praia no dia seguinte ao rebaixamento, etc.
Mas eu fico pensando aqui: afinal, qual é o papel dos diretores e de um presidente de clube de futebol, e quais as responsabilidades deles?
A principal responsabilidade dos cartolas, na minha opinião, é pagar os salários em dia para os jogadores e para a comissão técnica. E nisso, até onde sei, o Palmeiras não pecou.
Aí vem um pessoal dizendo que o presidente foi omisso, que faltou pulso firme. Ora, é curioso que esse mesmo pessoal critique quando o presidente escala o time, ou quando dá ordens ao treinador, como costuma acontecer no São Paulo com o Juvenal Juvência, por exemplo.
Uai, o presidente tem que interferir ou não?
A minha opinião é clara. O presidente não tem que interferir! Quem tem que mandar dentro de campo é quem o clube contratou pra mandar dentro de campo: o técnico e a comissão técnica. Se fosse o contrário, qual seria o papel do treinador e de seus auxiliares.
Acho que falta um "organograma" para os clubes de futebol. Isso evitaria atribuirem culpas a torto e a direito sob os interessor do emissor da mensagem. Com as funções bem definidas previamente, ninguém poderia falar "o presidente foi omisso" se o organograma dissesse que a ele não cabe dar ordens ao "intra campo".
O que eu acho que pode ser atribuído ao presidente são as más contratações e a falta de uma estratégia sólida de geração de receitas para o clube, pois isso sim está dentro de suas atribuições.
O resto, sinto muito, tenho muita dificuldade em atribuir à cartolagem.
Abraços!
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sobre os pontos corridos
Fala pessoal,
Uma coisa que me deixa incomodado faz tempo é a falta de percepção da mídia com as peculiaridades dos campeonatos disputados em pontos corridos.
Basta um time perder duas partidas seguidas que já dizem que o rendimento do time caiu, que o time amarelou, etc.
Eu não estou dizendo que isso não pode acontecer, mas na maioria das vezes os caras que falam isso "apagam" uma coisa essencial: esse campeonato é jogado no sistema "todos contra todos"!
E o que isso tem a ver?
Imagina só. O Newcastle, time médio na Inglaterra, começa o campenato com 4 derrotas. Isso significa um mal começo? Não necessariamente!
Isso porque os 4 primeiros jogos do time podem ter sido contra Manchester, Arsenal, Liverpool e City. Dentro desse contexto, é previsível e "esperável" que tenha 4 derrotas.
A coisa muda se as 4 primeiras partidas forem contra times pequenos. Neste caso, se sucederem 4 derrotas poderia se falar em uma crise, ou um mal começo.
No Brasil, no entanto, basta o time perder 2 partidas que já vem bomba. A análise, no meu ponto de vista, tem que levar em conta quem são os adversários!!
É o caso do Palmeiras, na atual fase. Era previsível que o time poderia dar uma afundada nas últimas semanas, porque pegou times mais fortes. Da mesma forma, era previsível que ganhasse mais pontos quando enfrentasse times mais fracos. Ocorre que muitos jornalistas fecham os olhos para as peculiaridades dessas "ondas" de jogos difíceis/jogos fáceis, e seguem o caminho da crítica mais à mão.
Pena.
abraços!
Uma coisa que me deixa incomodado faz tempo é a falta de percepção da mídia com as peculiaridades dos campeonatos disputados em pontos corridos.
Basta um time perder duas partidas seguidas que já dizem que o rendimento do time caiu, que o time amarelou, etc.
Eu não estou dizendo que isso não pode acontecer, mas na maioria das vezes os caras que falam isso "apagam" uma coisa essencial: esse campeonato é jogado no sistema "todos contra todos"!
E o que isso tem a ver?
Imagina só. O Newcastle, time médio na Inglaterra, começa o campenato com 4 derrotas. Isso significa um mal começo? Não necessariamente!
Isso porque os 4 primeiros jogos do time podem ter sido contra Manchester, Arsenal, Liverpool e City. Dentro desse contexto, é previsível e "esperável" que tenha 4 derrotas.
A coisa muda se as 4 primeiras partidas forem contra times pequenos. Neste caso, se sucederem 4 derrotas poderia se falar em uma crise, ou um mal começo.
No Brasil, no entanto, basta o time perder 2 partidas que já vem bomba. A análise, no meu ponto de vista, tem que levar em conta quem são os adversários!!
É o caso do Palmeiras, na atual fase. Era previsível que o time poderia dar uma afundada nas últimas semanas, porque pegou times mais fortes. Da mesma forma, era previsível que ganhasse mais pontos quando enfrentasse times mais fracos. Ocorre que muitos jornalistas fecham os olhos para as peculiaridades dessas "ondas" de jogos difíceis/jogos fáceis, e seguem o caminho da crítica mais à mão.
Pena.
abraços!
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